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"O monte dos Vendavais" de Emily Bronte
"Jane Eyre" de Charlotte Bronte
"Villette" de Charlotte Bronte
"A inquilina de Wildfell Hall" de Anne Bronte
"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen
"Persuasão" de Jane Austen
"A mulher do viajante no tempo" de Audrey Niffenegger
"Em nome da memória" de Ann Brashares
"Charlotte Gray" de Sebastian Faulks
"A casa do destino" de Susana Prieto e Lea Vélez
"De mãos dadas com a perfeição" de Sofia Bragança Buchholz
"Rebecca" de Daphne Du Maurier
"O cavaleiro de Bronze" de Paulina Simons
"Enquanto estiveres aí" de Marc Levy
"O segredo de Sophia" de Susanna Kearsley

Persuasão de Jane Austen

Sandra F., 26.08.11

A obra Persuasão é um romance da escritora britânica Jane Austen, escrito por volta de 1816, tendo sido o seu último romance completo. Trata-se de uma obra póstuma, publicada em 1818, tendo a autora falecido em 1817.

 

O enredo gira em torno dos amores de Anne Elliot que se apaixonara pelo pobre, mas ambicioso jovem oficial da marinha, capitão Frederick Wentworth. A família de Anne não concorda com essa relação e a convence a romper o relacionamento. Anos depois, Anne reencontra Frederick, agora cortejando a sua amiga e vizinha, Louisa Musgrove.

 

Persuasão, é amplamente apreciada, pois tem uma simpática história de amor, de trama simples e bem elaborada, e mostra o estilo de narrativa irônica de Jane Austen. Além disto, é original, pelo facto, entre outros motivos, de ser uma das poucas histórias da escritora que não apresenta a heroína em plena juventude. Biógrafos de Austen caracterizam o livro como um “presente para ela mesma, para a irmã Cassandra e para a amiga Martha Lloyd... para todas as mulheres que perderam oportunidades na vida e que nunca desistiram de uma segunda primavera".

Jane Austen escreveu Persuasion durante o período em que esteve doente, doença essa que resultou na sua morte, dando origem a um romance mais curto e menos elaborado do que 'Mansfield Park' ou 'Emma'.

  

O romance também é um apanágio ao homem de iniciativa, através do personagem do capitão Frederick Wentworth que parte de uma origem humilde e que alcança influência e status pela força de seus méritos e não através de herança. Ao mesmo tempo, o romance é uma homenagem à construção do homem. O Capitão Wentworth é um dos muitos oficiais navais da história, que ascenderam socialmente por mérito ou sorte, e não por herança. Ele marca um tempo de mudanças sociais, tais como as do antigo rico, Sir Walter, que dá lugar ao novo rico, como Wentworth.

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