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booksmoviesanddreams

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Livros que morrerão comigo:

"Norte e Sul" de Elizabeth Gaskell
"O monte dos Vendavais" de Emily Bronte
"Jane Eyre" de Charlotte Bronte
"Villette" de Charlotte Bronte
"A inquilina de Wildfell Hall" de Anne Bronte
"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen
"Persuasão" de Jane Austen
"A mulher do viajante no tempo" de Audrey Niffenegger
"Em nome da memória" de Ann Brashares
"Charlotte Gray" de Sebastian Faulks
"A casa do destino" de Susana Prieto e Lea Vélez
"De mãos dadas com a perfeição" de Sofia Bragança Buchholz
"Rebecca" de Daphne Du Maurier
"O cavaleiro de Bronze" de Paulina Simons
"Enquanto estiveres aí" de Marc Levy
"O segredo de Sophia" de Susanna Kearsley

Primeiras Impressões I

Sandra F., 10.11.11
Na série, depois do encontro acidentado em Marlborough Mills, esta é a primeira vez que Margareth e John se encontram e são propriamente  apresentados pelo pai dela. É uma cena que gosto muito, mas posso dizer que gosto mais da forma como a autora descreveu  esse primeiro encontro, que no livro é mesmo o primeiro. A cena (na série de 2004), em que ambos se encontram na fábrica e onde Margareth assiste John a castigar um dos seus empregados, não existe no texto original de Elizabeth Gaskell.
 Mr. Hale: Ah, Margaret! Come in, Margaret, come in! Meet my new friend and first proper pupil— Mr. Thornton, this is my daughter, Margaret.

 Mr. Thornton: I believe your daughter and I have already met.

 Mr. Hale: Ah! Now, Mr. Thornton can’t decide between Aristotle and Plato. I suggest we start with Plato and then move on. What do you think?

 Mr. Thornton: I’m afraid Miss Hale and I met under less than pleasant circumstances. I had to dismiss a worker for smoking in the sorting room.

 Margaret: I saw you beat a defenseless man who was not your equal!

 Mr. Hale: Margaret!

 Mr. Thornton: No, she’s right. I was angry. I have a temper. Fire is the greatest danger in my mill—I have to be strict.

 Margaret: No gentleman uses fists on such a pathetic creature, or shout at children!

 Mr. Thornton: I daresay a gentleman has not had to see three hundred corpses laid out on a Yorkshire hillside as I did last May! Many of them  were children, and that was an accidental flame. The whole mill destroyed in twenty minutes.

 

 North & South (2004 - BBC)

 

Spooks (10ª e última temporada)

Sandra F., 09.11.11

Com muita tristeza minha....muita, muita...

Chegou ao fim esta fabulosa série que iniciou a sua fama em 2002 e que agora, quase uma década decorrida,  termina a sua exibição. É sabido, contudo, que  a BBC ainda tentou negociar com a Kudos uma possível continuação, ou seja uma nova temporada. No entanto, a produtora Kudos, responsável por 'Spooks' recusou a sugestão alegando que a série já atingiu o seu limite e a intenção de a finalizar no seu auge. De salientar que 'Spooks' manteve uma média de seis milhões de telespectadores por temporada. Um número um pouco abaixo da audiência registrada em 2002, quando a série estreou conquistando a média de 7.5 milhões de telespectadores ao longo da exibição de seis episódios produzidos. 
Esta décima temporada terá seis episódios. No elenco também estão Lara Pulver, Geoffrey Streatfield, Alice Krige, Jonathan Hyde, Max Brown, Shazad Latif e Simon Russell Beale, além de Peter Firth (Harry Pearce) e Nicola Walker (Ruth Evershead). Os personagens Harry e Ruth transformaram-se no foco principal desta última temporada. A sua história foi apresentada e eles mesmos trazem um fim natural à trama. Na nona temporada, Harry tinha deixado o comando da Secção D, que passou a estar sob as ordens de Erin Watts (Lara Pulver), que por sua vez trouxe consigo o agente Calum Reed (Geoffrey Streatfeild). Mas, quando o Embaixador da Rússia, Ilya Gavrik (Jonathan Hyde), um ex-agente, chega à Londres para negociar uma aliança entre seu país e a Inglaterra, Harry descobre que a mulher do embaixador, Elena (Alice Krige), era seu antigo contato em Berlim e sua antiga amante. Com isso, ele mergulha em lembranças do passado. O casal tem um filho, Sasha Gravik (Tom Weston-Jones), que vive em Londres onde trabalha como agente russo e é encarregado da segurança dos pais. Quando Max, um agente russo aposentado é encontrado morto, as pistas levam a crer que Ilya Gravik seja o verdadeiro alvo do assassino.
A temporada termina com a revelação de um esquema para forçar a Grã-Bretanha a entrar em guerra com a Rússia. E é justamente quando Harry e a sua equipa conseguem destruir este esquema e decide deixar o serviço para viver uma vida normal com Ruth Evershed, é nessa altura que Ruth é morta. Harry decide então retornar ao MI5 pois a perspectiva de uma vida normal não lhe parece possível, sem Ruth. 
 
  

Margareth and John em trapos

Sandra F., 08.11.11

Olhem o que eu encontrei. Giríssimo!

Não reconhecem? Margareth Hale e John Thornton, nem mais. Nada parecidos com aqueles que conhecemos da série da BBC; Ou talvez sejam... Hummm.... Está engraçadíssimo! Só não gosto do facto de Mr Thornton ter um palanque debaixo dos pés para poder ficar mais alto que a Margareth.

                                         (hand designed character by Debbie Ritter

Downton abbey (1ª temporada)

Sandra F., 07.11.11

Downton Abbey é um drama de época inglês criado pelo oscarizado Julian Fellowes. Situada numa casa de campo inglesa em 1912, Downton Abbey retrata a vida da família Crawley e dos empregados que trabalham para eles. Downton é a casa dos Crawleys, que têm sido os condes de Grantham desde 1772. Nas galerias, biblioteca e belos quartos, com suas amplas janelas com vista para o jardim, vive a aristocrata família. Mas sob as escadas, os moradores são outros – os empregados, tão possessivos e apegados quanto seus patrões. Alguns deles são leais à família e comprometidos com Downton como uma forma de vida; outros estão de passagem, à procura de novas oportunidades, amor ou simplesmente aventura. A diferença é que eles sabem muitos segredos da família, enquanto que a família pouco sabe deles. 

Downton Abbey é uma série dramática, produzida pela Carnival Films para a ITV. Passa-se durante o final da era eduardiana (após a morte de Eduardo VII) e a primeira Guerra Mundial, em Yorkshire. Estreou na ITV em 26 de setembro de 2010 com uma média de audiencias que rondou os 7.7 milhões de espectadores. Esta recepção extremamente positiva conduziu a série a um sem número de nomeações e a vários prémios, tendo-se tornado no drama mais bem sucedido desde Brideshead Revisited (1981). Em 2011, entrou no Guinness Book of World Records como o 'programa de televisão mais aclamado' para o ano, tornando-se na primeira série britânica a ganhar o prémio.
O primeiro episódio tem início com a morte de James Crawley, primo do Conde de Gratham, e do seu filho Patrick, que estavam à bordo do Titanic. Casado com a milionária americana Cora (Elizabeth McGovern), o Conde Robert Crawley (Hugh Bonneville), não teve herdeiros homens, apenas três filhas. Para manter a propriedade e o título de Conde dentro da família, ele tinha arranjado um casamento entre sua filha mais velha, Lady Mary (Michelle Dockery) e o filho de seu primo, Patrick. Agora, com a morte do noivo, Mary rebela-se, exigindo a liberdade de poder escolher com quem se casará. Contudo, a sua atitude colocará em risco o futuro da propriedade, que poderá passar para outra família. Downton Abbey é mantida com o dinheiro de Cora, que assinou um contrato matrimonial no qual estabelecia que, em troca do título de Condessa, ela passaria sua fortuna ao marido, que investiu o dinheiro num fundo que sustenta a mansão. Se esta for transferida para outra família, o título e a fortuna serão perdidas.

Assim sendo, mesmo tendo se oposto ao casamento arranjado, a mãe de Robert, a Condessa Violet (Dama Maggie Smith), une-se a Cora para tentar convencer Matthew Crawley (Dan Stevens), outro primo distante, a cortejar Mary. O problema é que Matthew é filho de Isobel (Penelope Wilton), mulher sem linhagem, o que o torna um meio pretendente. A família ainda é composta por Lady Sybil (Jessica Brown Findlay), filha de Robert e Cora, activista política que luta pelo direito de voto da mulher e da sua liberdade social; Lady Edith (Laura Carmichael), outra filha de Robert, que era verdadeiramente apaixonada por Patrick, o que a levou a  tornar-se rival da irmã, Mary. Com a chegada de Matthew, Edith tentará vingar-se, conquistando o novo pretendente da irmã.

Enquanto isso, a criadagem tenta manter-se alheia aos problemas que ocorrem na casa, realizando suas funções da forma mais impecável possível. A equipe de criados é comandada pelo mordomo, Carson (Jim Carter), que trabalha na mansão há anos e que considera Mary como uma filha. A equipe é formada pela governanta, Mrs Hughes (Phyllis Logan), que tem um grande respeito e admiração por Carson, a quem protege sempre que necessário; a cozinheira, Mrs Patmore (Lesley Nicol), que não aceita a autoridade de Carson; o valete do Lorde Grantham, John Bates (Brendan Coyle), apaixonado por Anna (Joanne Froggatt), uma das empregadas. O restante da equipe de empregados é formada por Sarah O’Brien (Siobhan Finneran), mulher invejosa e egoísta; Thomas (Rob James-Collier), homem ambicioso que costuma roubar pequenos objectos de valor e que mantém um relacionamento gay com um dos visitantes da mansão; William (Thomas Howes), um jovem ingênuo que preferia cuidar dos estábulos a servir dentro da casa; Gwen (Rose Leslie), jovem rebelde que se alia a Lady Sybil; Daisy (Sophie McShera), apaixonada por Thomas; e Branson (Allen Leech), o motorista, jovem irlandês com forte opinião política, que influencia e se apaixona por Lady Sybil.

É uma série bastante calma mas que se vê muito bem e que nos consegue prender do princípio ao fim dos episódios, emaranhados nos problemas banais e não tão banais quer da família quer dos seus empregados. Já num texto recente que fiz para aqui, antes de ver a série completa, mencionei que uma das coisas que mais me agradava na série era a forma como cada um dos episódios terminava: sempre com alguma cena mais enternecedora e inesperada. Do final desta temporada, destaco a cena final em que Carson, o mordomo, percebe a tristeza da sua querida Lady Mary e a conforta como se fosse seu pai. É nestas situações que vemos que, apesar da distância exigida entre as duas classes sociais, há carinho, respeito e amizade entre eles. Aconselho vivamente.
 

Os Três Mosqueteiros (2011)

Sandra F., 05.11.11

Lá fui ver esta nova adaptação do romance de Alexandre Dumas. Tenho uma amiga que diz que ando virada para o cinema de 'macacada', isto porque a arrastei para ver os X-men, o Capitão América e agora Os Três Mosqueteiros, histórias que ela associa a coisas infantis apenas porque via o Dartacão em pequena. Não, minha querida amiga, não é por isso, é porque gosto mesmo e além de gostar tenho de ver as interpretações de determinados actores que gosto para poder tecer as minhas opiniões sobre os mesmos. 

Acontece que se eu lhe falasse em Michael Fassbender (X-Men) ou Richard Armitage (com uma pequenissíma actuação em Capitão América) ou de Matthew Macfadyen (Athos em Os Três Mosqueteiros) ela ficava com cara de caso a olhar para mim. Foi a primeira a dizer "que gajo bom" quando viu o Matthew Macfadyen neste filme (Ai se ela o visse em Orgulho e Preconceito de 2005...) mas se eu lhe dissesse o nome dele, ela ia achar que eu estava a falar de um novo hamburguer do MacDonald's. 

Voltando ao filme... Gostei. Aliás, sempre gostei dos três mosqueteiros e esperava com ansiedade esta versão em 3D, filmada no que chamam de génro Matrix. As interpretações dos três estão muito bem; então aquela do Aramis religioso... Quanto a Athos, confesso que gostei especialmente porque dada a publicidade feita ao filme, receava que o papel dele fosse fraquinho, o que seria uma decepção já que o filme se chama "Os Três Mosqueteiros" e ele é um deles. Mas não. O papel de Matthew Macfadyen, além de bem interpretado (ai dele!...), está bem destacado e gostei principalmente de o ver broken-hearted por causa da Milady (sacana de mulher!). Ele é o líder natural do grupo e juntamente com os outros dois, dão guarida ao ainda novato mas sagaz D'Artagnan.  
 
Freddie Fox como LuíS XV 
 
Tem outro aspecto que gostei: o filme é agradavelmente cómico. Porthos é engraçadissímo e o actor que interpreta o Rei Luís XV então é hilariante, com aquela insegurança própria de adolescente. Também gostei muito do criado deles: é explorado e ignorado mas ninguém liga... Quanto ao Buckingham é o que eu sempre disse: para quê um destaque tão grande só porque o actor que o interpreta é famoso? As cenas dele são tão poucas e a interpretação não é nada de especial. Enfim, coisas de celebridades... 

 

Spooks (8ª e 9ª temporada)

Sandra F., 04.11.11

Não sei responder a isso mas estas temporadas com o Richard Armitage foram as que menos gostei de toda a série. Não sei porquê. Ele até tem uma história bem interessante e até gosto bem dele como actor mas... não sei. Não sei mesmo. Serão saudades do Adam Carter? Confesso que ainda me encontro triste e inconformada com o final que lhe deram. Ou serão saudades do caminhar seguro e reservado do Tom Quinn?? É complicado decidir. Richard Armitage como Lucas North (ou John Bateman) é perfeito no seu papel e qualquer comentário que se leia acerca da sua participação na série, dirá que ele foi o melhor dos três Chefes de Secção. Aliás, Neil Cross, argumentista da série, deixou claro que só Richard Armitage seria capaz de transpor para o ecrã o homem torturado e misterioso que Lucas North teria de ser.

           

                                      Secalhar é isso. É perfeito demais.

A oitava temporada traz-nos o retorno de Oleg Darshavin, um dos interrogadores de Lucas durante a sua prisão na Rússia. Descobre-se que Lucas sofre de síndrome de Estocolmo apesar de esse seu interrogador ter conseguido arrasar com a sua mente ao ponto de ele desejar morrer. Lucas também se envolve com agente da CIA Sarah Caufield e a luta de poder inicial entre eles acaba num tórrido caso de amor que é vigiado pela restante equipa e que termina muito mal.
 
Relativamente à sua relação com Ros Myers, Chefe de Secção nesta temporada, nada a acrescentar. São 'uma boa combinação': enquanto Lucas gosta de lutar com todas as armas, Ros gosta mais de entrar e matar silenciosamente. 
Após a morte do Ros no final desta temporada (outra perda triste), a nona temporada revela-nos um segredo sombrio do passado de Lucas que o vai conduzir à traição final. É também aqui que entra Maya, o possível primeiro e grande amor de Lucas, que conhece a sua verdadeira história e que Lucas considera significar mais para ele do que o seu trabalho e a sua reputação e ainda Vaughan, um homem que também conhece o seu passado e que o chantageia com isso. A partir daqui, Lucas começa a comportar-se de forma estranha.
 

Spooks na TVSéries

Sandra F., 03.11.11

Estava eu muito tranquila na loja da Zon, esperando a minha vez e a ver esse novo canal de séries (que mostrava outra grande série que gosto muito, Os Tudors) quando começam a exibir, nada mais nada menos que a série Spooks. Fiquei surpreendida porque já começava a achar que ninguém neste país à beira mar plantado ia pegar naquilo para mostrar ao nosso povinho. Irra! Até que enfim!... 

A série ainda mostrava Adam Carter, Danny e Zoe, pelo que suponho que era a terceira temporada. E numa televisão enorme, alta definição... Uau... Para mim que me habituei a ver aquilo no ecrãzinho do meu portátil, foi um deslumbre para a minha vista.

E depois fui atendida.... 

A grande tristeza nisto é que, de tantos canais que tenho (e não vejo nem metade; a culpa é do canal Nicklodeon que para se ter, tem de se ter todos os outros), aquele tinha de ser pago à parte. Que azar!.... Bem, mas como já vi as temporadas todas... menos mal. Talvez um dia, ponham à venda em Portugal os Dvd's da série. Talvez... Um dia destes. 

Tom Quinn (MM) no último episódio de Spooks

Sandra F., 02.11.11

As escassas cenas de Matthewm Macfadyen no último episódio da série Spooks. Foi algo bem discreto, sim senhor. Parabéns aos argumentistas. 

Tom Quinn surge neste derradeiro episódio da série britânica fazendo um favor ao seu antigo chefe na Secção D, Harry Pearce. Como agente privado que agora é, depois de se ter retirado do MI5, é ele o escolhido para pôr em acção a vingança de Harry pela morte de Ruth Evershead e de todo o plano para colocar a Inglaterra em guerra com a Rússia. Fabuloso.

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