28
Ago 12

Nunca li o livro, mas garanto que debaixo da árvore não aconteceu nada! Ela esteve lá. Apareceu muitas vezes. Despida no tempo frio e verdejante no tempo mais quente. Era linda, alta, redonda, frondosa... mas só apareceu. Nada mais!!

 

Eheheheheh....  

Under the Greenwood Tree é baseada na obra de Thomas Hardy (1872) com o mesmo nome (Under the Greenwood Tree or The Mellstock Quire: A Rural Painting of the Dutch School) e conta-nos a história de Fancy Day, uma mulher educada que regressa à sua terra natal, onde começa a ser cobiçada por três homens distintos: o fazendeiro rico e já entradote que pretende uma esposa e quem sabe filhos, o novo pároco que só se apercebe que gosta dela quando alguém lhe fala da possibilidade de ela estar apaixonada por ele e Dick Dewy, o jovem bonitão lá do sítio.

 

No fundo, é a história de amor vivida entre Fanny e Dick e a diferença de estatuto existente entre eles e que leva Fanny a ir adiando a sua rendição ao amor que ele sente por ela. Claro que temos de ter em consideração a forte pressão que o seu pai exerce sobre ela, pois deseja uma casamento ao nível da educação que lhe proporcionou.

Para não variar, não existe tradução desta obra em português. Tenho-a em inglês mas parece-me uma leitura um pouco pesada. No entanto, gostaria de saber o que se terá realmente passado debaixo da tal árvore!...
publicado por Sandra F. às 21:33

27
Ago 12

“No sight so sad as that of a naughty child," he began, "especially a naughty little girl. Do you know where the wicked go after death?"

"They go to hell," was my ready and orthodox answer.

"And what is hell? Can you tell me that?"

"A pit full of fire."

"And should you like to fall into that pit, and to be burning there for ever?"

"No, sir."

"What must you do to avoid it?"

I deliberated a moment: my answer, when it did come was objectionable:

 

"I must keep in good health and not die.” 

 

Charlotte Bronte's Jane Eyre

 

(Well said, Miss Jane Eyre...)

 

 

Imagem retirada Daqui

 

publicado por Sandra F. às 18:26

26
Ago 12

A série britânica de 2011 basea-se levemente no ainda hospital psiquiátrico londrino (Bethlem Hospital) conhecido pelos tratamentos brutais que prestava aos seus doentes mentais em séculos passados. Actualmente, esta instituição é considerada uma das melhores no que respeita a tratamentos psiquiátricos.

 

Bedlam significa balbúrdia, túmulto e confusão que eram condições que se verificavam nesta instituição em tempos passados devido ao perfil das pessoas que ali eram internadas e ainda às pessoas que as tratavam desumanamente. Ficou o nome.

A série mostra-nos um grupo de jovens que habitam um bloco de apartamentos de luxo (Bedlam Heights) que, antes de  abandonado e depois renovado, albergava um hospício. Com a chegada de Jed Harper, um homem que sofreu vários internamentos em instituições psiquiátricas devido ao seu estranho comportamento (ele vê pessoas mortas e a forma como morreram), começam a verficar-se várias situações ligada a assombrações mal intencionadas e cabe a Jed determinar os motivos dos fantasmas e travar os seus objectivos maléficos. Claro que estas assombrações são oriundas de pessoas que foram doentes do antigo hospícios e cuja história vai determinar o porquê de assombrarem determinadas pessoas e porque morreram.

 

Creepy!... 

Pelo meio, vamo-nos apercebendo do envolvimento de algumas das personagens com o antigo hospício...

 

 

publicado por Sandra F. às 19:19

25
Ago 12
Este é um dos títulos que há muito habitava o meu disco externo sem ser visto. Não sei porquê, mas tardei a ter curiosidade suficiente para ver esta série baseada numa das principais obras de Elizabeth Gaskell, "Cranford" (1851-53) e ainda de My Lady Ludlow (1859) e Mr Harrison's confessions (conto, 1851). A série de 2009 (um especial de Natal com dois episódios que foca principalmente a chegada da ferrovia a Cranford) é baseada em algumas das situações originais contidas na primeira série e exploradas a partir daí. Conta ainda com situações baseadas nas obras (da mesma autora) The Moorland Cottage (conto, 1850) e The Cage at Cranford (conto, 1863).

Fiz mal em ter tardado a ver. Não que seja especialmente maravilhoso. Mas é daquelas histórias tranquilas e pacatas que nos acalma e ainda nos faz sorrir um pouco, tal é a, por vezes, hilariedade de algumas personagens e a doçura que muitas situações apresentam. E depois tem Judy Dench! Dame Judy Dench! Uma senhora actriz que adoro e que aqui tem um papel soberbo. 

Para se ver numa tarde tranquila e de ócio e ficar satisfeito com a curiosidade que nos desperta as vidas rotineiras e pacatas dos habitantes de uma pequena cidade inglesa do século XIX.

 Trailer da primeira série

  

Trailer da segunda série  

 

publicado por Sandra F. às 19:23

22
Ago 12

Bem, dado que sou uma grande fã de North and South da Elizabeth Gaskell, não posso deixar de, neste dia, dar os meus parabéns ao homem que interpretou impecavelmente a personagem de Mr Thornton na produção da BBC de 2004, o actor Richard Armitage que hoje, 22/08, completa 41 anos.

 

Por isso... Parabéns Richard Armitage!

 

(Looking foward to see you in The Hobbit. And, by the way... becoming old suits you...)

 

publicado por Sandra F. às 10:18

13
Ago 12
Porque me lembra do início da minha adolescência....

 

...We're flying high

We're watching the world pass us by

Never want to go come down

Never want to put my feets back down on the ground...
publicado por Sandra F. às 23:31

11
Ago 12

Já aqui falei sobre esta série fabulosa, com uma actriz que nos põe a chorar de tanto rir. Nunca vi as temporadas completas. Apenas me recordo de ver episódios soltos no extinto canal People and arts e lembro-me de gostar. 

Estes dois últimos episódios, que encerram a série, podem ser vistos mesmo por quem nunca acompanhou as tropelias desta vigária de uma aldeia britânica que, pacientemente e dando também um ar da sua graça, atura as mais absurdas e caricatas personagens, personagens essas que são os habitantes da aldeia de Dibley. De notar que, grande parte das cenas de comédia advêm das reacções dos aldeões ao facto da vigária ser uma mulher. 

O primeiro dos dois episódios, The Handsome Stranger, foi o programa mais assistido na TV britânica no dia de Natal do ano de 2007. O segundo episódio, The Vicar in White, foi ao ar uma semana depois, no dia de ano novo. A história começa com a mudança de Harry (Richard Armitage), um contabilista londrino, para Dibley. Geraldine, a vigária (Dawn French), fica indignada porque não vê os londrinos com bons olhos, achando que estes não participam suficientemente na vida social da aldeia. Quando ela e Alice, a sua destravada melhor amiga, vão a casa dele para lhe dar as boas vindas, as ideias da vigária mudam por completo. E uma paixão começa...
 
The Vicar of Dibley é uma série de comédia que começou em 1994, ano em que foram ordenadas as primeiras mulheres sacerdote na igreja anglicana. Até 2007, ano em que terminou a série, e altura em que a sorte da azarada Geraldine mudou. Sempre azarada no amor, encontra finalmente em Harry Kennedy o que sempre ambicionou.
É realmente uma série divertida! Aconselho.
publicado por Sandra F. às 17:39

10
Ago 12

"Escreve, se puderes, coisas tão improváveis como um sonho, tão absurdas como a lua-de-mel de um gafanhoto e tão verdadeiras como o simples coração de uma criança".

 Ernest Hemingway

publicado por Sandra F. às 20:05

09
Ago 12

Hoje sonhei contigo! 

Sabes há quantos anos isso não acontecia? 

Muitos.

Mas ainda recordo de pedaços de sonhos que penso que ficarão comigo para sempre. 

Tento lembrar-me daquilo que sonhei hoje, da conexão das imagens que passam na minha mente. 

Mas estamos já no final do dia e só recordo pequenos momentos.

 

Revejo, contudo, o teu sorriso e o teu olhar... e isso tranquiliza-me.

 

Descansa em paz, meu sonho! 

E nunca me deixes!

 

 

publicado por Sandra F. às 23:57
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03
Ago 12

Ir ao cinema realmente refresca-me a alma.

 

Normalmente gosto de filmes tranquilos, comédias românticas ou não, dramas e afins. Mas há algo que também gosto muito e que pouco tenho explorado: superheróis. Gosto muito. Desde novinha. Lembro-me que fazia verdadeiras maratonas de leitura de livros aos quadradinhos da Marvel. E nunca, nunca esquecerei como me senti triste, desiludida e completamente desnorteada com a morte do Surfista Prateado e com a morte da Fénix ou melhor dizendo da Jean Grey dos X-Men (sempre achei o verdadeiro nome dela lindo). Só por acaso, eram dois dos meus personagens favoritos e tiveram de morrer. Penso que o Ciclope, namorado da Fénix, também não tenha gostado da partida.

    

Hoje voltei a essas origens. Fui ver o Batman: The Dark Knight rises. O que poderia ter sido um erro imenso dado que tenho 'em stock' para ver todos os filmes do Batman anteriores (com o Christian Bale). Esta história tinha alguma ligação com as anteriores mas não foi por aí que perdi o filme à meada. Vê-se muito bem e com muito gosto. Gostei muito.

 

A questão de me recordar daquilo que se passou na estreia deste filme no Colorado, EUA, surgiu evidentemente. Penso que não houve alguém que não tivesse perscrutado os outros espectadores com algum sentido 'crítico', procurando talvez um ar suspeito ou até imaginando como seria se algo do género voltasse a acontecer. Dá para sentir um friozinho na barriga e apenas se pode imaginar o terror que aquelas pessoas devem ter sentido quando se aperceberam do que acontecia realmente. Especialmente porque o filme tem algumas cenas de tiroteios. 

No entanto, foi outra coisa que povoou os meus pensamentos à medida que o meu cérebro encontrava espaço para ir divagando. Porque será que os actores britânicos ficam sem aquele belissímo sotaque quando fazem os filmes americanos? É que as suas personagens, na maioria das situações, nem têm background suficiente que implique a nacionalidade americana. Fico fula! Deviam ter orgulho na sua dicção que afinal é a original e muito superior à americana em qualidade e beleza. 

Isto veio a propósito de ter apanhado uma amostra de um filme com o Colin Farrell e a Kate Beckinsale e me ter apercebido que o sotaque deles... era americano! E depois vieram aquelas celebridades que participavam no filme do Batman (o próprio Christian Bale, a Juno Temple, o Liam Neeson, o Cillian Murphy e o Gary Oldman). Tudo sem british acent! Claro que me regalei com o Michael Caine, não só porque manteve o seu acent mas também pela magnífica interpretação (não se poderia esperar outra coisa desse senhor...). Todavia, o sotaque era imperativo, penso eu, mas apenas porque é usual que mordomos sejam ingleses. 

E, by the way, gostei do final! Superherói que é superherói, não morre! Esconde-se para mais tarde voltar. Preferencialmente quando as bilheteiras de cinema o exigirem. Pergunto-me se a Fénix ou o Surfista Prateado terão tido oportunidade de regressar das trevas?!

 

Nota: Só agora, em pesquisa cibernáutica, me apercebi que quem faz o papel de Bane (o mau da fita) é o Tom Hardy (Heathcliff no Monte dos Vendavais de 2009). Está irreconhecível até na voz. Mas o sotaque... esse também se foi!

publicado por Sandra F. às 00:31
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