26
Dez 12

Uma boa novidade este filme. Novidade talvez não seja a palavra correcta porque já é de 2005. Mas eu não conhecia nem nunca tinha sequer ouvido falar. E apesar das críticas negativas que obteve foi uma boa surpresa para mim e algo que gostava de juntar à minha filmografia física.

  

 

O título que deram em Portugal a este filme foi Um homem de Sonho. E realmente tem tudo a ver pois de uma certa forma é uma versão ao contrário do Pretty Woman com a Julia Roberts; Ou seja, desta vez é o homem que faz de 'prostituto' e a mulher é quem se chega à frente com o dinheiro. Contudo, esta versão é mais engraçada, não tão dramática e não tão romanceada. É uma comédia romântica, daquelas de tarde de domingo, leve e bonita.

 

 

Baseado no livro Asking for trouble de Elizabeth Young, conta a história de Kat Ellis (Debra Messing), uma americana que é convidada para o casamento da sua meia-irmã Amy (Amy Adams) em Londres. Só que há um pequeno problema: o padrinho de casamento vai ser o seu ex-namorado que a deixou há dois anos e Kat não quer aparecer sozinha. Como está sem namorado, decide contratar um acompanhante e escolhe Nick Mercer (Dermot Mulroney) para impressionar a família e o ex-namorado. O que ela não contava era que Nick fosse um homem tão charmoso, auto-confiante e bem resolvido com a sua vida.

 

 

E claro, a chama acende-se entre os dois em Londres apesar das confusões e confissões inesperadas. Esta cena junto ao carro, quando ele a vai deixar na despedida de solteira da irmã, é de tirar a respiração. E 'Holly crap!' He's really worth every penny...

 

 

E outra das minhas cenas favoritas:

 

Kat: You know what pisses me off? I've been spilling my guts all weekend and I don't know a thing about you.

Nick: [pause] I'm allergic to fabric softener. I majored in comparative literature at Brown. I hate anchovies. And I think I'd miss you even if we never met.

  

 
publicado por Sandra F. às 19:59

25
Dez 12

publicado por Sandra F. às 12:36

24
Dez 12

O meu filme de Natal!

A minha música de Natal! (Nada de Jingle Bells...)

 

 
UM BOM NATAL A TODOS!!
publicado por Sandra F. às 19:21

23
Dez 12

publicado por Sandra F. às 19:20
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22
Dez 12

E se repentinamente a tua cidade favorita fosse afogada por uma devastadora onda gigante? Se de repente tudo o que conseguisses ver fosse o topo do Big Ben e da London Eye a emergir das águas? Arrepiante... Só mesmo para quem aprecia o trabalho do 'deerie' Robert Carlyle de Once Upon a Time ou para quem gosta de um bom filme.

 

 

 

'Flood' (ou em português Londres: o dia do juízo final) é um filme de 2007 protagonizado por Robert Carlyle, Jessalyn Gilsiq, David Suchet (o Mr Poirot), Tom Courtenay (o Mr Dorrit de Little Dorrit 2008), Tom Hardy (Heathcliff de Wuthering Heights 2009) e ainda Joanne Whalley (a Scarlett O'Hara de Scarlett 1994), cuja história é baseada na obra de Richard Doyle com o mesmo nome.

 

 

É reconhecido pelos seus efeitos especiais que retratam com perfeição a submersão de zonas londrinas como as estações de metro, as Casas do Parlamento ou a Arena.

 

 

O filme descreve uma devastadora inundação que atinge  Londres quando a barreira do rio Tâmisa é abalroada por uma onda de água gigante. Uma tempestade mal interpretada e desvalorizada encontra-se na origem desta situação e, no espaço de duas horas, a população londrina é obrigada a ser evacuada e a presenciar a destruição da cidade.

 

 

Rob (Robert Carlyle) é o engenheiro responsável pela barreira e filho de Leonard, um investigador que sempre defendeu que a barreira se encontrava mal posicionada. Com esta tempestade, Leonard vê os seus receios tornarem-se realidade, apesar de isso significar que o filho o voltou a respeitar e aceitar pois até então nunca acreditou na sua teoria.

  

publicado por Sandra F. às 22:16
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19
Dez 12

Como um remake moderno de Sensibilidade e Bom Senso de Jane Austen, devo apontar que:

  • Foi o primeiro Willougby que eu achei realmente atraente.
  • Foi o primeiro Edward Ferrars que não achei um tontinho.
  • Foi a primeira Marianne que não achei incrivelmente mimada.
  • Foi o primeiro John Dashwood que até achei interessante e... 'desenvolto'.

Mas devemos, no entanto, ter em atenção que tudo isso nos distancia da história original de Austen.

 

 

Ora, esta então é uma versão livre e moderna de S&S; Bem livre! Bem moderna! Passa-se em Los Angeles, a Elinor estuda direito, a Marianne Literatura, o Coronel Brandon tem montes de tatuagens, Norland Park chama-se Bonita house, etc, etc. Claro que as personagens não têm estes nomes originais; eu apenas não memorizei os usados porque a minha mente traduzia-os involuntariamente para os da obra de Jane Austen.

 

 

Não posso dizer que tenha gostado. Diverte um pouco e passa-se um bom bocado. Mas não fica na memória...

 

publicado por Sandra F. às 19:02

18
Dez 12

Tonight I can write the saddest lines.

Right, for example,'The night is shattered
and the blue stars shiver in the distance
.'

The night wind revolves in the sky and sings.

Tonight I can write the saddest lines.
I loved her, and sometimes she loved me too.

Through nights like this one I held her in my arms I kissed her again and again under the endless sky.

She loved me sometimes, and I loved her too.
How could one not have loved her great still eyes.

Tonight I can write the saddest lines.
To think that I do not have her. To feel that I have lost her.

To hear the immense night, still more immense without her.
And the verse falls to the soul like dew to the pasture.

What does it matter that my love could not keep her.
The night is shattered and she is not with me.

This is all. In the distance someone is singing. In the distance.
My soul is not satisfied that it has lost her.

My sight searches for her as though to go to her.
My heart looks for her, and she is not with me.

The same night whitening the same trees.
We, of that time, are no longer the same.

I no longer love her, that's certain, but how I loved her.
My voice tried to find the wind to touch her hearing.

Another's. She will be another's. Like my kisses before.
Her voice. Her bright body. Her infinite eyes.

I no longer love her, that's certain, but maybe I love her.
Love is so short, forgetting is so long.

Because through nights like this one I held her in my arms
my soul is not satisfied that it has lost her.

 

Though this be the last pain that she makes me suffer

And these the last verses that I write for her.

 

publicado por Sandra F. às 19:48

17
Dez 12

Não, não é um filme de terror. É apenas uma série que trata um drama ligado ao sobrenatural; mas nada tem de assustador ou que possa levar um bom apreciador de séries britânicas a colocar esta história de lado. Eu gostei muito, apesar de ser suspeita pois aprecio bastante uma boa dose de suspense.

 

 

A série tem cinco episódios de sessenta minutos cada uma. Mas vê-se de uma só assentada, que foi o que eu fiz. O interesse está sempre aceso pois a trama nunca se perde em cenas desnecessárias ou desinteressantes. E não, não há cenas assustadoras, nem quando Alice faz as suas aparições que são no fundo pedidos de ajuda para a sua pobre alma. E apesar de no primeiro episódio ficarmos com a sensação que vai ser mesmo um filme de fantasmas.

 

 

Ora, então a série traz-nos a história de três famílias, a viver em três décadas diferentes (1968, 1987, 2010) mas na mesma casa (Marchlands) em Yorkshire. As três famílias estão ligadas pelo espírito de uma jovem que morreu em circunstâncias misteriosas em 1967.

 

Em 1968, Ruth e Paul Bowen vivem com pais dele, Robert e Evelyn. Seis meses antes,  a sua filha de oito anos, Alice tinha morrido aparentemente num afogamento acidental. No entanto, Ruth está determinada a descobrir a verdade sobre o que aconteceu, acreditando que ainda há algo mais para descobrir e ser explicado. Simultaneamente, lida com a frieza e distância do marido que não consegue olhar para ela sem ver a filha e ainda com o temperamento agreste da sogra. O único que a compreende e que é compreensivo consigo é o sogro, um homem dócil e pacato.
 

Em 1987, Helen e Eddie Maynard vivem com seus dois filhos em Marchlands. Quando descobrem que Amy, a filha mais nova tem uma amiga imaginária estão longe de imaginar as repercussões dessa situação nas suas vidas e na dos filhos. Após uma série de atividades paranormais suspeitas, a situação agrava-se quando Amy culpa Alice, a amiga imaginária, pela morte de um gatinho, levando os pais  a encaminhá-la para exames médicos. Simultaneamente, o filho mais velho começa a sofrer estranhos ataques físicos que esconde dos pais pois estes encontram-se demasiado embrenhados no problema de Amy.
 

Em 2010, Mark Ashburn e a esposa  grávida Nisha Parekh mudam-se para Marchlands. Ao remodelar um dos quartos para o bébé, Nisha descobre a foto de uma menina (Alice) e ainda um mural escondido por baixo da pintura que revela um desenho de uma menina perdida numa floresta. Ao decidir manter o mural e dar o nome de Alice ao bébé, Nisha e o marido vão envolver-se em acontecimentos estranhos que pioram quando surge Ruth, uma idosa contratada para ajudar Nisha com a bébé. Simultaneamente, Mark parece guardar um segredo consigo (ele é natural daquela aldeia) que se prende com uma mulher surda que mora sozinha e isolada numa casa perto de Marchlands.
 

 

Em agosto de 2012, a ITV encomendou mais cinco episódios de uma série do mesmo género mas chamada de Lightfields. Esta passar-se-à em 1944, em tempo de guerra, na Grã-Bretanha, e iniciar-se-à com um incêndio devastador num celeiro de feno, numa casa em Suffolk. A história passa depois para 1976, onde uma mulher chamada Vivien é forçada a confrontar memórias reprimidas da sua infância e relacionadas com os tempos da evacuação. A terceira história passar-se-à nos dias atuais e veremos um marido e mulher assombrados por um espírito inquieto.

 

Para quem gosta do género, recomenda-se... e lembra-se que nada tem a ver com terror.  E é sempre uma boa oportunidade para se reverem bons atores britânicos: Jodie Whittaker, Denis Lawson, Alex Kingston, Anne Reid, Elliot Cowan (sim, o Mr Darcy de Lost in Austen, mais gordinho e carequita... mas sempre sexy!) 

 

 

publicado por Sandra F. às 19:45

16
Dez 12

Deep Blue Sea é um filme britânico de 2011 dirigido por Terence Davies e uma adaptação de uma peça de 1952 de Terence Rattigan. Conta com a fabulosa interpretação do trio Rachel Weisz, Tom Hiddleston e Simon Russell Beale. Recebeu críticas bastantes positivas, tendo Rachel Weisz sido distinguida com um prémio de Melhor actriz nos New york Critics Circle Awards de 2012. Em dezembro de 2012, foi ainda indicada para o mesmo prémio nos Golden Globe Awards. O filme em si foi escolhido como um dos dez melhores filmes do ano pelo New York Times. De notar que The Deep Blue Sea foi quase ignorado pela Europa quando foi lançado em 2011; No entanto, nos EUA foi amplamente elogiado e apreciado.

 

 

A história de The Deep Blue Sea passa-se por volta de 1950 e mostra-nos Hester Collyer (Rachel Weisz), a jovem esposa de um juiz do Supremo Tribunal, Sir William Collyer (Simon Russell Beale), que se vê repentinamente envolvida e apaixonada por um jovem e atraente ex-piloto de guerra, Freddie Page (Tom Hiddleston). A relação entre ambos revela-se bastante conturbada e dolorosa para Hester dado que Freddie é um homem atormentado pelas suas memórias de guerra e dado que ela é uma mulher necessitada de calor humano e sexual. O seu casamento com Sir William, um homem bastante mais velho que ela, é estável, confortável e feliz. No entanto, a Hester falta a paixão e o erotismo de um relacionamento, coisas que não experiencia com o marido mas que vê possível com Freddie.

 

 

 

Freddie lança então a vida de Hester num tumulto e ela separa-se do marido, isolando-se emocional e fisicamente num apartamento em Londres que partilha com o amante. É aí que, num dia, a história nos é contada, em flashbacks, à medida que Hester vai recordando os últimos acontecimentos e depois de uma tentativa de suicídio falhada. É contada a história do seu romance sofrido e conturbado com Freddie e ainda a sua vida de casada com Sir William. Conhecemos assim as restrições de um casamento confortável e luxuoso e depois o despertar da sua sexualidade com Freddie. No entanto, Freddie é imprudente, sempre em busca de emoções novas e Hester descobre tardiamente que afinal ele nunca lhe poderá dar o amor e a estabilidade que seu marido sempre lhe deu. E a dualidade de sentimentos conduz Hester ao precipício; é incapaz de voltar a uma vida sem paixão apesar de confortável e descobre a impossibilidade de manter um relacionamento estável com um homem que a satisfaz e a quem ama mas que não a quer dessa forma. Tudo isso leva-a a querer terminar com a sua vida.

 

 
Saliento que a interpretação da Rachel Weisz é mesmo fabulosa. Ela consegue passar perfeitamente para o ecrã a angústia e a dualidade de sentimentos. Merece bem as críticas positivas. E, as cenas dela com o Hiddleston são fabulosas, especialmente a da despedida; Ambos conseguem mostrar aquilo que sentem e, se nele vemos a impossibilidade de um envolvimento sério mas cuja situação o faz sofrer, nela vemos a aceitação sofrida do fim de uma relação que poderia ter sido tudo aquilo que ela desejou.
 
 
A ver. Fortemente recomendado.
 
 

 

publicado por Sandra F. às 19:08

12
Dez 12

Baseada nas obras de D.H. Lawrence 'The Rainbow'(1915) e 'Women in Love'(1920), esta adaptação da BBC (2011) de William Ivory, tem nos principais papéis Rosamund Pike (a Jane Bennet de Orgulho e Preconceito (2005)), Rachel Stirling, Rory Kinnear e Joseph Mawle.

 

 

De notar que a primeira obra publicada, The Rainbow, foi legalmente banida no Reino Unido, dado o seu conteúdo polémico e obsceno. Onze anos depois, voltou a ser comercializada, tendo o autor entretanto escrito a sua sequência, Women in love. Esta série conta ainda com a referência a algumas personagens que constam numa outra obra de D.H.Lawrence, The Trespasser (1912). Não é pois de estranhar que a adaptação tenha levado seis anos para ser condensada nos dois episódios de 90 minutos cada.

 

   

 

Ora e porquê tanta azáfama em redor destas histórias? Pois, sexo, nada mais. É que, para a época (início do século XX), falar de libertação sexual, de mulheres emancipadas e livres para namorarem quem quiserem, de sexo fora do casamento e de mulheres com desejo sexual (!!) era considerado quase um sacrilégio e de uma forma negativa pela sociedade em geral.

 

 

A história em si acompanha as vidas de duas irmãs, Ursula Brangwen (Rosamund Pike), escultora, a viver em Londres onde mantém uma vida libertina e ociosa e Gudrun Brangwen (Rachael Stirling), professora, a viver com os pais e a lidar com os seus desejos sexuais e com a necessidade de encontrar um homem que a satisfaça fisicamente. Ambas buscam uma relação, a princípio sem compromissos, com dois melhores amigos: Rupert Birkin (Rory Kinnear), um intelectual, e Gerald Crich (Joseph Mawle), um industrial. Elas só não contam com a estranha relação que envolve estes dois e com a complexidade das suas vidas particulares.

  

 

A obra 'Women in Love' teve uma outra adaptação em filme, em 1967.

 

Não encontrei nenhum trailer desta série. Anexo o video do youtube do primeiro capítulo. E acrescento que vale a pena ver.

 

 
publicado por Sandra F. às 19:19

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