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booksmoviesanddreams

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Livros que morrerão comigo:

"Norte e Sul" de Elizabeth Gaskell
"O monte dos Vendavais" de Emily Bronte
"Jane Eyre" de Charlotte Bronte
"Villette" de Charlotte Bronte
"A inquilina de Wildfell Hall" de Anne Bronte
"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen
"Persuasão" de Jane Austen
"A mulher do viajante no tempo" de Audrey Niffenegger
"Em nome da memória" de Ann Brashares
"Charlotte Gray" de Sebastian Faulks
"A casa do destino" de Susana Prieto e Lea Vélez
"De mãos dadas com a perfeição" de Sofia Bragança Buchholz
"Rebecca" de Daphne Du Maurier
"O cavaleiro de Bronze" de Paulina Simons
"Enquanto estiveres aí" de Marc Levy
"O segredo de Sophia" de Susanna Kearsley

Doutor Zhivago (2002)

Sandra F., 19.09.11

Lembro-me de ter uma cópia velhinha deste livro do Boris Pasternak (1957) que alguém me deu. Nunca tive coragem para o ler  porque o achava demasiado maçudo. Todavia, gostava das poesias escritas pelo Zhivago e que constavam da história e isto apesar de nunca ter sido muito ligada a poemas de género algum. São fases. 

 

 

Vi, há muito tempo atrás o longuíssimo filme protagonizado por Julie Christie e pelo Omar Shariff e apesar de ter achado muito bonito fiquei com a mesma ideia que tinha do livro: uma história muito complexa e pesada para a menininha que eu era. Há uns tempos, contudo, descobri esta versão de 2002 com a Keira Knightley, o Hans Matheson e o Sam Neill. Está desenvolvida como uma série daí que talvez tenha havido mais tempo para a exploração da história do livro e das suas personagens. Gosto muito, adorei as interpretações e fiquei com vontade de finalmente ler o livro que, infelizmente, já não tenho.

     

Um dos romances mais famosos da literatura mundial que atravessa cerca de meio século da história da Rússia e nos conta o percurso de um homem dividido entre duas mulheres no meio do caos e brutalidade da revolução russa na primeira guerra mundial. Tem um final tristíssimo que nos leva a pensar que nem sempre os grandes amores vencem, mesmo que sejam correspondidos de parte a parte. E aquele menino, na parte final do filme, a ser instigado pela mãe a fugir para que não seja com ela apanhado pela polícia, é simplesmente de cortar o coração.