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booksmoviesanddreams

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Livros que morrerão comigo:

"Norte e Sul" de Elizabeth Gaskell
"O monte dos Vendavais" de Emily Bronte
"Jane Eyre" de Charlotte Bronte
"Villette" de Charlotte Bronte
"A inquilina de Wildfell Hall" de Anne Bronte
"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen
"Persuasão" de Jane Austen
"A mulher do viajante no tempo" de Audrey Niffenegger
"Em nome da memória" de Ann Brashares
"Charlotte Gray" de Sebastian Faulks
"A casa do destino" de Susana Prieto e Lea Vélez
"De mãos dadas com a perfeição" de Sofia Bragança Buchholz
"Rebecca" de Daphne Du Maurier
"O cavaleiro de Bronze" de Paulina Simons
"Enquanto estiveres aí" de Marc Levy
"O segredo de Sophia" de Susanna Kearsley

Primeiras Impressões II

Sandra F., 11.11.11
No texto original, são estas as primeiras reais impressões de Margareth em relação a John (desculpas pedem-se mas as imagens são mesmo as da série. Não consigo imaginar um John Thornton ou uma Margareth Hale diferentes):  

"Margareth não podia deixar de o olhar. O lábio superior curvado, voltado para cima, o queixo erguido, redondo e maciço, a maneira de mover a cabeça, os movimentos indicando um leve e delicado desafio, sempre davam aos estranhos uma impressão de arrogância".  

 

"- Ele é um homem alto, de ombros largos, com mais ou menos... com trinta anos e um rosto que não chega a ser comum nem bonito, e não é exactamente notável... mas não é vulgar nem grosseiro. Com tal expressão de poder e decisão, nenhum rosto, por mais simples que seja, pode ser vulgar ou grosseiro. No geral,..., parece ser um homem feito exactamente para o lugar que ocupa. É sagaz e forte, como convém a um grande comerciante".

 

"-Ele parece uma pessoa que adoraria lutar contra qualquer coisa adversa que possa encontrar pela frente: inimigos, ventos ou circunstâncias. Quanto mais chover e ventar, mais certa será a presença dele".  

 

"Já no rosto de Mr Thornton, as sobrancelhas rectas ficavam bem em cima de uns olhos profundos, claros e sérios. Aqueles olhos, sem serem desagradavelmente sagazes, pareciam intencionados o bastante para penetrar  no próprio cerne daquilo que ele observasse. As linhas do rosto eram poucas, mas firmes, como se fossem esculpidas em mármore, e ficavam principalmente em volta dos lábios, que eram finos e levemente apertados. Os dentes eram tão perfeitos e bonitos que davam a impressão de um súbito raio de sol. Aquele sorriso brilhante e raro chegava num instante e invadia os olhos, mudando-lhe a aparência, da expressão severa e decidida de um homem disposto a fazer e ousar qualquer coisa, à profunda e honesta alegria do momento, que raramente é visto com tanto destemor e espontaneidade a não ser nas crianças". 

 

"Margareth gostava daquele sorriso. Fora a primeira coisa que admirara no novo amigo do seu pai".