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booksmoviesanddreams

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Livros que morrerão comigo:

"Norte e Sul" de Elizabeth Gaskell
"O monte dos Vendavais" de Emily Bronte
"Jane Eyre" de Charlotte Bronte
"Villette" de Charlotte Bronte
"A inquilina de Wildfell Hall" de Anne Bronte
"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen
"Persuasão" de Jane Austen
"A mulher do viajante no tempo" de Audrey Niffenegger
"Em nome da memória" de Ann Brashares
"Charlotte Gray" de Sebastian Faulks
"A casa do destino" de Susana Prieto e Lea Vélez
"De mãos dadas com a perfeição" de Sofia Bragança Buchholz
"Rebecca" de Daphne Du Maurier
"O cavaleiro de Bronze" de Paulina Simons
"Enquanto estiveres aí" de Marc Levy
"O segredo de Sophia" de Susanna Kearsley

Upstairs Downstairs (2010)

Sandra F., 22.12.11

Pois, parece que ando numa de séries de criados e patrões. Mas esta série já vi há algum tempo; não muito, porque é de 2010 mas ainda não tinha tido oportunidade de falar aqui dela.

Upstairs Downstairs é uma série britânica baseada na famosa série da década de 70 com o mesmo nome mas que em Portugal foi vista com o título de 'A família Bellamy'. A mesma retratava a hierarquia social na cidade de Londres do início do século XX, mostrando o dia-a-dia de uma casa eduardiana situada no número 165 da Eaton Place, Belgravia, em Londres, posse de uma família da alta burguesia, em contraste com as rotinas diárias dos seus leais mas atrevidos criados. Retratava os protocolos e as relações complexas existentes entre patrões e empregados. É ainda considerada um clássico televisivo dos anos 70 e foi uma das séries mais populares da época.
 
Relativamente à série de 2010, a sexta temporada dado que segue os acontecimentos do nº165 de Eaton Place, esta tem apenas três episódios mas está prevista uma nova temporada para 2012. Vemos então o diplomata Sir Hallam Holland (Ed Stoppard) que se muda para Eaton Place levando a sua esposa, Lady Agnes (Keeley Hawes), em Janeiro de 1936, pouco antes da morte do rei Jorge V. Contratam a ex-criada daquela casa, Rose Buck (Jean Marsh), que tem agora a sua própria agência de empregadas domésticas, mas esta saudosa dos tempos que passou ali, decide ficar ela mesma como governanta e contratar novos empregados. 
Enquanto o casal se adapta à vida londrina depois de uns anos fora do país, são confrontados com a ardente irmã de Lady Agnes, Lady Perséfone (Claire Foy), com a arrogante mãe de Sir Hallam, Lady Holland (Eileen Atkins) que se muda para a casa juntamente com o seu secretário indiano e o seu macaco de estimação. É contratada uma equipa de jovens, mal treinados, para servir na casa sob as instruções de uma relutante governanta que pouco teve a dizer nestas contratações dado que Lady Agnes fez questão de participar nestas decisões.

 

Adicionado a todos esses factores de stress estão ainda a memória recente do aborto sofrido por Lady Agnes que teme não conseguir engravidar novamente, o mistério que envolve a falecida irmã de Sir Hallam, que morreu ainda bébé, e ainda uma criança-mistério que lhes surge e à qual evidenciam necessidade de proteger e cuidar
 
No andar de baixo, a vida continua não muito diferente daquilo que se esperava. Rose, além da equipa de jovens empregados, tem ainda a companhia do seu amigo cozinheiro e do novo mordomo com boas referências. Entre a formação destes jovens, as exigências da casa e as recordações que a casa lhe traz, Rose deve também ajudar a jovem Lady Holland a saber comportar-se junto da aristocracia.
 
São três episódios que se vêm muito bem e que aconselho. De salientar que Jean Marsh e Eillen Atkins foram as criadoras da série nos anos setenta. A segunda só não participou como actriz nessa altura devido a outros compromissos profissionais. Esta nova série trouxe-nos ambas, já mais velhinhas, como actrizes.