11
Out 11

Um filme para teenagers que eu tinha de ver. Não podia deixar de conferir um dos primeiros trabalhos de sucesso do actor Rupert Penry-Jones que aqui tem um papel bastante engraçado, interpretando Jack, o homem ideal mas virtual de uma jovem adolescente, Justine.

O enredo do filme conta-nos a história de Justine, uma adolescente de dezassete anos, que vive preocupada por ainda ser virgem e que conta com a ajuda da sua melhor amiga Fran para elaborar planos que a tirem dessa 'dolorosa' situação. É justamente quando o rapaz mais interessante da escola a deixa pendurada para sair com outra rapariga, que ela, desiludida, vai com o seu amigo nerd Chas a uma feira de informática onde se mete numa máquina que lhe permite criar o seu homem perfeito, validando a ideia do 'If you can't find the perfect guy, make one!' Daqui surgem várias situações hilariantes que terminam com a ideia de que o homem perfeito nem sempre é como o imaginámos. 

Trata-se, no fundo, de uma comédia romântica, destinada não apenas ao universo adolescente mas que também será bem vista por um adulto. Os diálogos são interessantes, as manobras bem conhecidas por todos aqueles que já passaram ou estão a passar pela fase da adolescência e os actores estão muito bem escolhidos. Rupert Penry-Jones é hilariante, principalmente  no início quando se 'descobre' homem.

publicado por Sandra F. às 19:20

30
Ago 11

Um filme muito engraçado e levezinho para se ver. Vi, depois, que foi baseado numa versão coreana que, segundo as críticas, é muito melhor do que esta versão mais recente. Certo é que pelo que vi no Youtube, definitivamente não vou ver a versão coreana. Aquele idioma irrita-me. 

 

Charlie (Jesse Bradford) é um estudante tímido e idealista que nunca conheceu uma paixão. Quando ele salva da morte a bela Jordan (Elisha Cuthbert), a sua vida muda para sempre. Os dois se aproximam e Jordan envolve Charlie num excêntrico jogo de sedução. Para conquistar o seu amor, Charlie será testado até à exaustão. (Fonte: Wikipédia)

 

Uma mensagem bonita a retirar do filme, para aqueles que continuam a acreditar na acção isolada do destino:

"Quanto à questão do destino, tudo o que sei é que, mesmo quando ele precisa de ser cumprido, ele não o pode fazer sozinho. Ainda temos de sair, de socializar e assim construir a ponte até à pessoa que se ama."

 

publicado por Sandra F. às 21:56

28
Ago 11
Filme bom e agradável para um domingo à tarde de preguiça.
Gostei muito.

 

A Dra Emma Lloyd trabalha como consultora sentimental num programa de rádio e é numa dessas sessões que aconselha uma das suas ouvintes a terminar o seu relacionamento. Inconformado, o noivo da ouvinte, Patrick, com a ajuda de um jovem hacker, muda informaticamente o estado civil da radialista e coloca-a casada com ele. Quando Emma fica noiva e vai ao cartório para tratar dos papéis para o casamento, descobre que já é casada e aí começam os seus problemas.
O filme tem como protagonista Uma Thurman e ainda Jeffrey Dean Morgan e Colin Firth.   

 

publicado por Sandra F. às 22:03

Ó filminho mais sangrento fui eu escolher para um sábado à noite!! Nunca vi tantas cabeças estourarem num só filme!

Dizem que durante as filmagens o dinheiro faltou por duas vezes. Não me admira nada; À quantidade de coisas destruidas e de molho de tomate usado!...

A minha mãe trouxe-me um frasquinho (pequenino que dieta precisa-se!...) de doce de tomate. Acho que nem vou ter coragem para comer aquilo depois de ter visto este banho de sangue.

publicado por Sandra F. às 01:40

27
Ago 11
Após o falecimento da mãe, Kate Croy (Helena Bonham Carter) vai morar sob a proteção da sua tia Maud (Charlotte Rampling), que pretende utilizar suas conexões na sociedade  inglesa para arranjar um bom casamento para a sobrinha. Para isso, ela deve abrir mão de quaisquer relações com o pai (Michael Gambon), um viciado em ópio, e com Merton Densher (Linus Roache), jornalista por quem a jovem está apaixonada.

Inicialmente, Kate submete-se aos planos da tia e durante esse percurso conhece Milly Theale, uma orfã americana e rica em viagem pela  Europa. Kate depressa percebe que Milly parece interessada pelo seu amante e, ao descobrir que a amiga sofre de uma doença terminal, vê a sua grande chance de obter a sua liberdade. Viajam para  Veneza, a convite de Milly e Densher junta-se ao grupo, procurando seduzi-la. O plano de Kate consiste em esperar que a americana deixe parte de sua herança para o jornalista ao falecer. Posteriormente, Kate retorna a Londres para deixar livre o caminho para Densher. Sentindo-se insegura, entretanto, ela deixa entender a Lord Mark - outro interessado na fortuna de Milly - o que está ocorrendo em Itália. Após receber a notícia, Mark viaja imediatamente para Veneza e revela a Milly o plano dos jovens amantes.

Milly perdoa os dois, mas acaba por falecer. Como previra a amiga, ela deixa parte de sua herança para Densher. Todavia, os planos de Kate fracassam já que, entretanto, o jornalista decide abrir mão do dinheiro pois terminou apaixonado pela memória da americana.

 
Este fime foi baseado no romance homónimo de Henry James e teve quatro indicações para os óscares de 1998, não tendo chegado a ganhar nenhum deles:
Melhor atriz (Helena Bonham Carter)
Melhor fotografia (o português Eduardo Serra)
Melhor figurino (Sandy Powell)
Melhor roteiro adaptado (Hossein Amini) 
 

The Wings of the Dove é considerado uma das três obras-primas de Henry James, e igualmente um de seus mais difíceis romances. Alguns chegaram a afirmar que a obra jamais poderia ser adequadamente adaptada ao cinema, uma vez que não seria possível reproduzir em imagens o estilo essencialmente literário do autor.

O filme foi filmado nas cidades de Londres, Stevenage e Bedford na Inglaterra e em Veneza, Itália. Entre as locações utilizadas encontram-se mansões e casas históricas inglesas e pontos turísticos italianos tais como a Piazza San Marco e a Basílica di San Marco.

 

publicado por Sandra F. às 23:05

20
Ago 11

Não é dos primeiros no meu top de preferências mas está seguramente bem lá próximo, não só pela história mas também pela banda sonora.

Comprei o dvd mais porque acidentalmente o encontrei baratíssimo (1,50) e curiosa por finalmente ver algo de que ouvia falar muito bem.

 

Le Fantôme de l'Opéra (O fantasma da ópera em português) é um romance francês escrito por Gaston Leroux e inspirada no livro Trilby de George Du Maurier. Foi publicada pela primeira vez em 1910 e desde então adaptada inúmeras vezes para o cinema e teatro, atingindo o seu auge ao ser adaptada para a Broadway por Andrew Lloyd Webber, com a fabulosa Sarah Brightman no papel principal. O espectáculo bateu o recorde de permanência na Broadway e continua em palco até hoje, desde a estreia em 1986. É o musical mais visto de sempre, visto por mais de 100 milhões de pessoas, e também a produção de entretenimento com mais sucesso que alguma vez existiu, rendendo 5 bilhões de dólares (Fonte: Wikipédia).

 

A história é considerada por muitos  como uma obra  gótica que combina romance, horror, ficção, mistério e tragédia. A acção desenvolve-se no séc. XIX, na Ópera de Paris, um monumental e luxuoso edifício, construído sobre um enorme lençol de água subterrâneo. Os empregados afirmam que a ópera se encontra assombrada por um misterioso fantasma, que causa uma variedade de acidentes. O fantasma (Gerard Buttler) chantageia os dois administradores da Ópera, exigindo que continuem a pagar-lhe um salário mensal e que lhe reservem o camarote número cinco em todas as actuações.

 

Entretanto, a jovem inexperiente bailarina (e mais tarde cantora) Christine Daaé (Emmy Rossum), acreditando ser guiada por um "Anjo da Música", supostamente enviado pelo seu pai após a sua morte, consegue subitamente alguma proeminência nos palcos da ópera quando é incentivada a substituir Carlotta, a arrogante Diva do espectáculo. Christine conquista os corações da audiência na sua primeira actuação, incluindo o do seu amor de infância e patrocinador do teatro, Visconde Raoul de Chagny.

  

Erik, o fantasma, vive no "mundo" subterrâneo que Christine considera um lugar frio e sombrio e mais tarde ela percebe que o seu "Anjo da Música" é na verdade o Fantasma que aterroriza a ópera. Christine descobre também que o Fantasma é fisicamente deformado na face, razão pela qual usa uma máscara para esconder a sua deformidade. Vendo a verdadeira imagem de Erik, ela entra em choque, e Erik decide prendê-la no seu mundo, dizendo que somente a deixará partir se ela prometer não amar ninguém além dele e voltar sempre por vontade própria. Começa aqui a terrível luta interna entre o seu amor por Raoul e a sua fascinação pelo gênio da personagem do Fantasma Erik.

 

Pormenor interessante é ver o actor Gerard Buttler no papel do bonito e deformado Erik, a cantar como um verdadeiro tenor, já que vi este filme pouco depois de ver o fabuloso e violento "300", filme onde ele interpretou Rei Leonidas, um guerreiro Espartano. São papéis completamente diferentes mas é possível gostar de ambos.

publicado por Sandra F. às 21:40

16
Ago 11

Depois das tropelias que passei para ver esta versão do lindissímo livro de Charlotte Bronte (fui literalmente impedida de o ver no cinema isto para não falar da pouca atenção e destaque que a nossa comunidade cinéfila lhe deu), eis que finalmente numa bela madrugada me deparo com um download em condições e legendas em português. Foi literalmente uma directa, daí que agradeço por estar de férias nessa altura. 

Se gostei??? Antes de mais, gosto muito desta obra. Muito mesmo. Tenho dois livros só pelo prazer de ter duas capas (um foi oferecido) mas li-os aos dois em épocas diferentes e o entusiasmo foi sempre o mesmo. Dizer que fiquei ligeiramente decepcionada é mais correcto o que não quer dizer que não tenha apreciado o esforço.

 

Quanto às versões televisivas cinematográficas/televisivas não me desvio muito da opinião geral do resto dos apreciadores desta história (ou melhor, apreciadoras pois é raro o homem que gosta de títulos como este). Para mim, a adaptação de 2006 com o Toby Stephens e a Ruth Wilson ainda é a melhor. Já vi outras versões mais antigas e continuo com a mesma opinião. Acho que ambos os actores (e devemos ter em atenção que era uma série, logo com mais tempo para mostrar a história em condições e fiel à obra) interpretaram muito bem os papéis de Jane Eyre e do Mr Rochester. Foi uma série que me deu muito prazer ver e senti que estava mesmo a reler o livro.   

 

                Jane Eyre 2006                                 Jane Eyre 2011

 Quanto a esta mais recente adaptação não é que tenha ficado desagradada mas esperava mais. A actriz que interpretou Jane Eyre (Mia Wasikowska) não me dizia nada, não conheço o seu trabalho, por isso não tinha nenhuma expectativa. E no desenrolar do filme senti apenas que ela era realmente obscure, plain and little e não está assim completamente mal mas, por vezes, senti que ela apenas debitava texto. Relativamente a Michael Fassbender que interpreta Mr Rochester devo dizer que, para ele, sim, tinha grandes expectativas desde que o tinha visto como Magneto no filme X-Men: o início. Acho-o bom actor e tem uns olhos bastantes expressivos. Como senhor de Thornfield perdeu apenas pelo pouco tempo que dura o filme e pela falta de oportunidade para desenvolver o personagem. Penso que se lhe dessem a mesma oportunidade que deram a Toby Stephens, ele teria tido melhor sorte e melhor desempenho. E aqui as fãs da obra teriam agradecido.

 

Quanto aos personagens secundários, destaco apenas Judy Dench no papel de Mrs Fairfax. Não sei porquê mas aquela mulher por muito àspera que por vezes possa parecer (dependendo dos seus papéis) consegue sempre obter a minha total simpatia. Gosto muito dela. Como governanta de Thornfield Hall está bem mas tal como os outros personagens perde-se por dipôr de pouco tempo para trabalhar personagens tão complexas e uma história tão bem conseguida em apenas uma hora e qualquer coisa. Nós agradecemos, quanto mais não seja para criticar, mas este tipo de obras nunca deveriam ir para o cinema e sim para a televisão em formato serial.  Mas continuem... please.

publicado por Sandra F. às 21:39

14
Ago 11

Este filme de 2009 retrata a transiçao da jovem Jenny (Carey Mulligan) da adolescência para a idade adulta, na Grã-Bretanha do início dos anos sessenta, na passagem que se seguiu à Segunda Guerra Mundial  e que antecedeu a década liberal que veio a seguir. Jenny é uma aluna brilhante, com perspectivas de vir a estudar em Oxford. No entanto, um homem quase do dobro da sua idade e bastante carismático surge-lhe na vida e ela começa a questionar as suas pretensões e a forma como os adultos vivem. 

 
Não é um romance arrebatador mas toda a trama do filme desenvolve-se de uma forma bastante harmoniosa, priveligiando o encanto da descoberta de uma vida mais glamorosa por uma jovem inteligente que tinha plena consciência que tudo o que vivera até ali era muito pouco e que o mundo ainda tinha muito a mostrar-lhe.
 
O homem por quem Jenny se apaixona, David Goldman (Peter Sarsgaard), durante esta descoberta é bastante encantador. No entanto, fico aqui a pensar se ele não será, no final de contas, um pedófilo. Acho que quase toda a mulher teve um fraquinho por um homem mais velho na sua adolescência. No entanto, e pessoalmente, nunca seria tão ingénua por muito seduzida que me pudesse sentir. Há cenas no filme, entre os dois, que são claramente 'esquisitas' e obviamente suspeitas até para uma menininha de dezasseis anos. Todavia, ficámos também com a sensação de que a inteligente Jenny, por seu lado, também o usou para conseguir viver tudo aquilo que viveu. Ambos ganharam, portanto. Tenho pena, no entanto, de não ter visto mais aprofundado o final de David que não apareceu mais depois da terrível confissão.
 
 Este filme recebeu três nomeações para os óscares: Recebeu três indicações do Oscar 2010: Melhor Filme, Melhor Atriz (Carey Mulligan) e Melhor Roteiro Adaptado. Recebeu ainda o prémio de Melhor Filme (Público) na Competição Internacional do Festival de Sundance de 2009. 
No elenco, além de Carey Mulligan e Peter Sarsgaard, temos ainda Olivia Williams (Jane Austen em Miss Austen regrets de 2008 e Jane Fairfax em Emma de 1996), Emma Thompson (Elinor Dashwood em Sensibilidade e Bom Senso de 1995), Dominic Cooper (Willoughby em Sensibilidade e Bom Senso de 2008 e Charles Grey em A Duquesa de 2008), Rosamund Pike (Jane Bennet em Orgulho e Preconceito de 2005) e ainda Alfred Molina. 

  

publicado por Sandra F. às 22:59

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