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booksmoviesanddreams

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Livros que morrerão comigo:

"Norte e Sul" de Elizabeth Gaskell
"O monte dos Vendavais" de Emily Bronte
"Jane Eyre" de Charlotte Bronte
"Villette" de Charlotte Bronte
"A inquilina de Wildfell Hall" de Anne Bronte
"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen
"Persuasão" de Jane Austen
"A mulher do viajante no tempo" de Audrey Niffenegger
"Em nome da memória" de Ann Brashares
"Charlotte Gray" de Sebastian Faulks
"A casa do destino" de Susana Prieto e Lea Vélez
"De mãos dadas com a perfeição" de Sofia Bragança Buchholz
"Rebecca" de Daphne Du Maurier
"O cavaleiro de Bronze" de Paulina Simons
"Enquanto estiveres aí" de Marc Levy
"O segredo de Sophia" de Susanna Kearsley

It's a wonderful afterlife (2010)

Sandra F., 17.02.13

Apesar de alguns críticos o terem apelidado de 'pior filme do ano', eu gostei muito de 'It's a wonderful afterlife'. Fez-me rir bastante e é daqueles filmes leves e despretenciosos que nos fazem passar o tempo de forma agradável.

 

 

Realizado por Gurinder Chadha (a mesma de Bend it like Beckham, filme que nunca vi e lapso que tenho de remediar), It's a wonderful afterlife é uma comédia britânica centrada na cultura indiana. Conta a história de uma mãe indiana, Mrs Sethi, viúva, com dois filhos adultos, residentes em Londres, que tem como objectivo principal ver a sua filha mais velha casada antes de morrer. No entanto, há ali um pequeno senão: Roopi é uma mulher sozinha e infeliz, com excesso de peso e com um azar terrível no que respeita a homens que tendem a rejeitá-la. É, todavia, equilibrada e sensata e sofre com essa situação apesar de não gostar muito da obsessão que a mãe tem em casá-la.

 

 

Triste, a mãe começa a vingar-se de todos aqueles que rejeitaram a sua filha ou que contribuíram para isso. E é aqui que a comédia começa pois todos aqueles que ela assassina começam a assombrá-la, sujeitando-a a embaraçosas situações. Os espirítos dessas pessoas assassinadas são incapazes de reencarnar enquanto o seu assassino continuar vivo. Daí resolvem ajudar Mrs Sethi a arranjar casamento para a filha pois só assim ela aceita cometer suicídio. Obviamente, a polícia começa a investigar os assassínios e Roopi acaba por ser uma das suspeitas. Nessa investigação surge Raj, um investigador atraente, amigo de Mrs Sethi e colega de infância de Roopi.

 

 

É muito, muito engraçada a história. E destaco a presença de Sally Hawkins (Anne Elliot em Persuasion 2007) como amiga de Roopi, uma inglesa obcecada em tornar-se indiana por casamento e com a mania (??) que tem poderes psiquícos; a de Zoe Wanamaker, mais conhecida pela sua participação em Harry Potter (que nunca vi; outro pequeno lapso da minha parte) mas que eu conheço sobretudo da série My Family e que interpreta uma vizinha que Mrs Sethi acaba por matar acidentalmente e que se junta ao grupo dos espíritos. E depois não poderia deixar de destacar Sendhil Ramamurthy no papel de Raj (Bolas, que coisa é aquela?!)

 

 

Não nos devemos deixar enganar pelo título de 'pior filme do ano'. Não se adequa nada, nada. Há quem diga que vale pela presença de Sendhi Ramamurthy. Eu corroboro mas não assino. Vale pela presença dele, sim, mas também pela história e pela hilariedade das situações.