19
Dez 11

Por Catherine Winchester (autora de Northern Light, a sequela de North and South): She met Mr John Thornton for this interview soon after his marriage to Miss Margaret Hale.

 

Catherine Winchester  (CW): Mr Thornton, thank you so much for taking the time to speak with me. I know you're a busy man.
John Thornton (JT): It's my pleasure, Miss Winchester. What can I do for you?
CW: Straight down to business I see.
JT: [Abashed smile] Generally speaking, I don't have much time for small talk.
CW: No, of course not. So, [Looks at notebook] you and Margaret Hale are married. I have to say you surprised a few people with that one. 
JT: Not least myself. From the first time I met Margaret, I knew she was special, too special for the likes of me but by some miracle she grew to care for me.
CW: That's putting it mildly.
JT: [Polite smile]
CW: Sorry, moving on. You and Margaret seem to be doing wonders here for your workers. Can you tell me what, exactly, brought about this change in you?
JT: It was a hard change to make, I admit. I've been in the cotton industry for quite some time now and I learned to view the business as masters verses hands. To be honest, until Margaret came into my life, I hadn't even thought to look at things a different way.
CW: What did she do to change your mind, exactly?
JT: [He smiles. When he answers his voice is warmer than usual] Margaret is a strange creature, I've never encountered anyone quite like her before. Her manner is that of  lady and yet, probably thanks to her father being a minister, she's just as happy mixing with the poorest of the poor as dining at the Ritz. Her morality also gives her a strength that is uncommon among her sex. Those things combined means that she was able to challenge me and put to me a point of view that was previously unknown to me.
CW: So Margaret is the reason for this change in your priorities?
JT: Margaret was the catalyst, yes. [He pauses looking slightly uncomfortable] I confess that there were times when her views seemed idealistic and even simplistic but between us we have been able to find a way to improve our hands lot and keep a sustainable business.
CW: So you're not a bleeding heart liberal then?
JT: Definitely not! [He smiles slightly] No, Margaret was able to appeal to my sense of justice and fairness. Higgins carried on where she left off and the workers were no longer a group of hands, they were real people, just trying to do their best for their families.
CW: I have to say, you're doing very good work here.
JT: Thank you.
CW: I'm curious about your relationship with Margaret though. Would you mind answering some questions about her?
JT: Of course not.
CW: Your opposing points of view, especially when you first met, meant that sparks frequently flew between the two of you. Is your marriage smoother now or do the sparks still fly on occasion?
JT: [He smiles] I confess, there are sparks on occasion but on the whole we're a team now. If we disagree with each other, we both talk things out and find a compromise. And of course, since we married, Margaret has also come to see the masters point of view a little better, so she is not so innocent as she once was.
CW: I hope you don't mind me asking, but how does Margaret get along with your mother?
JT: It was difficult at first, I won't deny it, but Mother is a sensible woman, she knows a good thing when she sees it. I knew she'd come to like Margaret in the end. Truth be told, it was really only her desire to protect me that caused any friction with Margaret.
CW: Come now, Mr Thornton, we both know that your mother disliked her 'southern airs and graces'.
JT: Aye, perhaps. But I can hardly go saying that to another southern lady, can I?
CW: [Blushes at his charming manner] Um... Right... where was I?”
JT: My mother.
CW: Right, yes. Sorry. So, what does she think of your ventures?
JT: She's proud of me. Of both of us. She wants the best for me, she thinks the whole world should know how great I am and of course, this project had brought people like yourself here to interview me, which means that I am becoming known as a humanitarian as well as a business man. She's thrilled.
CW: Well, I don't exactly work for The Times.
JT: You want to tell my story though, don't you? Something about you tells me you'll be fair and impartial and I'm usually a pretty good judge of character.
CW: Right... [Blushes] Is it hot in here?
JT: Not unduly, I believe. Did you have any more questions for me?
CW: Do you have a brother?
JT: Excuse me?
CW: Nothing, sorry. That was for another interview. [Coughs] Right, just one more question, if I may.
JT: Of course.
CW: If you could teach the other mill masters one lesson, what would it be?
JT: To listen to their workers. This confrontational attitude we have to relations with our workers doesn't do either side any good. There will always be one or two bad apples, of course, but on the whole the workers are just trying to look out for their own. Only by understanding one another can we ever hope to put an end to strikes and move this industry forward.
CW: Thank you for your time, Mr Thornton.
JT: [Smiles] It was my pleasure, Miss Winchester. I think I have time for a quick tour if you would like to see around the mill?
CW: [Giggles like a school girl] Yes, I think I'd like that.
publicado por Sandra F. às 19:07

26
Set 11

Para me ir recordando de qual é a minha história preferida entre todas as que aqui refiro.                                    

 

 

Confesso que a primeira imagem sempre me pareceu uma pintura de tão bela que é.

As cópias foram encontradas num site chamado 'Deviantart' que é fabuloso e ao qual aconselho a visita.

publicado por Sandra F. às 20:42

01
Jul 11

Encontrei este texto no blog da Samanta Fernandes "Improvement of mind" que achei engraçadissímo e por isso partilho, com algumas alterações para o português de Portugal!

 

Fitzwilliam Darcy (FD): “Tudo bem?”

John Thornton (JT): “Já estive melhor.”

FD: “Hmmm, eu conheço esse olhar. Tens problemas com uma mulher e eu aposto que sei exatamente de que tipo. Não me digas. Conheceste uma rapariga com opinião para tudo. Passaste então várias semanas a dizer a ti mesmo que não gostavas dela, apesar de estares constantemente a pensar nela e a desejar… – er… – casar com ela sem demora. Apareceste então para partilhar as boas novas e, em vez de a encontrares profundamente honrada e a soluçar na tua camisa com gratidão, ela deu-te um sermão sobre os teus defeitos e começou a olhar para os ferros da lareira.”

JT: “Isso é exatamente o que aconteceu – como é que tu sabes?”

FD: “Estive lá, fiz isso, comprei a gravata. Há mais. Tendo pisado os pés delicados sobre todo o teu coração, eu aposto a minha propriedade em como ela  fez então algum comentário sobre tu não seres cavalheiro.”
JT: “. Ah, sim – ela disse-me  isso.”

FD: “Achei que sim. Eu também. Clássica ‘sai-fora-idiota’ tática. Acho que saíste do palco mais depressa do que entraste?”

JT: “Eu saí mesmo.”

FD: “E então a tua própria família começou a  meter-se no caso e, antes de te aperceberes, tinhas uma velha abutre  a berrar sobre como a tua amada era, na verdade, Satanás de saias.”

JT: “Sim, a minha mãe tinha uma ou duas coisas a dizer sobre o assunto”

FD: “Eu tinha uma tia a enfiar o bico nisso. A tua amada recebeu uma visita da velha?”
JT: “Ela certamente fez isso.”

FD: “Eu sabia. E a luz da tua vida desafiou a velha?”
JT: “Aham. Pra caramba.”

FD: “A tua amada e a minha não serão irmãs por acaso? Ela tem um monte de irmãs, perdi-lhes a conta…”

JT: “Só se o pai dela é um falecido ex-clérigo. Pena que ele está morto – era um bom velho, eu realmente gostava dele.”

FD: “Não são irmãs então. O meu sogro ainda está entre nós. É um bom sujeito, mas a mãe …. não queira saber.”

JT: “Pesadelo.”

FD: “O bilhete completo para o terrível. Tudo o que posso dizer é que graças a Deus há uma série de quilômetros de estradas ruins entre Derbyshire e Hertfordshire. Como é que é a mãe da tua amada?”

JT: “Morta.”

FD: “Esplêndido. Como é que conseguiste isso?”

JT: “Poluí o clima local com a minha fábrica e agravei a doença dela. Custou-me uma fortuna em cestas de frutas antes que ela finalmente batesse as botas. Nunca comprei tantas uvas.”

FD: “Então, para recapitular: ofereceste o teu coração e colchão  e insensivelmente recebeste a completa indiferença. Suspeito que passaste o tempo desde então completamente infeliz e a tentar reformar o teu caráter?”

JT: “Correto em ambos os casos. Se soubesses quanto ensopado tive que comer na companhia de operários só para impressioná-la. “

FD: “Eu conheço o caso. Eu tive até que ser acolhedor com os meus rendeiros e subornar a minha governanta para espalhar a notícia. Acredita, vai valer a pena no final – as mulheres adoram tudo isso. O que você precisa agora é duma crise familiar que possas resolver, assim podes parecer heróico mas modesto. Eu tive um golpe de sorte nesse campo. A idiota da irmã da minha amada fugiu com um verdadeiro traste. Eu forcei-o a fazer a coisa decente. Custou-me uma fortuna, mas a rapariga começou a encarar mais favoravelmente a antiga proposta de casamento. Por isso, valeu cada centavo.”

JT: “Eu já estou a resolver uma. Houve alguns problemas com o irmão desta rapariga. Nunca o conheci, mas ele parece um pouco idiota para ser honesto. De qualquer forma, ele fez com que ela se visse envolvida com a justiça o que a fez morrer de medo. Eu não podia aceitar isso, então resolvi colocar um fim na questão.”

FD: “O que ela disse sobre isso?”

JT: “Não muito, embora tivesse parado de me dar lições sobre o meu dever moral toda a vez que eu entro numa sala, de modo que é um passo para cima. Vou vê-la mais tarde, esta manhã, na verdade. Ela quer me emprestar 18 mil.”

FD: “18 mil hein? Bem, não é da minha conta, mas eu acho que te vais sair muito bem.”

JT: “Não sei. Vi-a ao jantar na noite passada e ela não estava muito faladora. Parecia um pouco rosada no entanto.”

FD: “Bem, vê como ela está esta manhã. Tens algum gesto romântico na manga para o caso de um momento se proporcionar?”

JT: “Não é na manga, é no bolso do colete. Eu tenho algumas rosas aqui que vêm da cidade natal dela. Ela é completamente sentimental sobre o lugar.”

FD: “Impressionante. Se ela não quiser aconchegar-se depois disso, acho que vais ter que assumir a falência.”

JT: “Oh bem, melhor ir indo – não me quero atrasar. Apenas uma coisa... achas que há alguma verdade no ditado que se queres saber como a tua esposa será daqui a 20 anos, basta olhar para a mãe dela?”

|Longa, longa pausa.]

FD: “Pelo teu bem e pelo menos, esperemos que não haja.”

 

Link do texto original em inglês: Foolishpassion

publicado por Sandra F. às 19:22

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