21
Abr 13

Saudades de Spooks. A rever, brevemente...

 

publicado por Sandra F. às 20:22
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09
Nov 11

Com muita tristeza minha....muita, muita...

Chegou ao fim esta fabulosa série que iniciou a sua fama em 2002 e que agora, quase uma década decorrida,  termina a sua exibição. É sabido, contudo, que  a BBC ainda tentou negociar com a Kudos uma possível continuação, ou seja uma nova temporada. No entanto, a produtora Kudos, responsável por 'Spooks' recusou a sugestão alegando que a série já atingiu o seu limite e a intenção de a finalizar no seu auge. De salientar que 'Spooks' manteve uma média de seis milhões de telespectadores por temporada. Um número um pouco abaixo da audiência registrada em 2002, quando a série estreou conquistando a média de 7.5 milhões de telespectadores ao longo da exibição de seis episódios produzidos. 
Esta décima temporada terá seis episódios. No elenco também estão Lara Pulver, Geoffrey Streatfield, Alice Krige, Jonathan Hyde, Max Brown, Shazad Latif e Simon Russell Beale, além de Peter Firth (Harry Pearce) e Nicola Walker (Ruth Evershead). Os personagens Harry e Ruth transformaram-se no foco principal desta última temporada. A sua história foi apresentada e eles mesmos trazem um fim natural à trama. Na nona temporada, Harry tinha deixado o comando da Secção D, que passou a estar sob as ordens de Erin Watts (Lara Pulver), que por sua vez trouxe consigo o agente Calum Reed (Geoffrey Streatfeild). Mas, quando o Embaixador da Rússia, Ilya Gavrik (Jonathan Hyde), um ex-agente, chega à Londres para negociar uma aliança entre seu país e a Inglaterra, Harry descobre que a mulher do embaixador, Elena (Alice Krige), era seu antigo contato em Berlim e sua antiga amante. Com isso, ele mergulha em lembranças do passado. O casal tem um filho, Sasha Gravik (Tom Weston-Jones), que vive em Londres onde trabalha como agente russo e é encarregado da segurança dos pais. Quando Max, um agente russo aposentado é encontrado morto, as pistas levam a crer que Ilya Gravik seja o verdadeiro alvo do assassino.
A temporada termina com a revelação de um esquema para forçar a Grã-Bretanha a entrar em guerra com a Rússia. E é justamente quando Harry e a sua equipa conseguem destruir este esquema e decide deixar o serviço para viver uma vida normal com Ruth Evershed, é nessa altura que Ruth é morta. Harry decide então retornar ao MI5 pois a perspectiva de uma vida normal não lhe parece possível, sem Ruth. 
 
  
publicado por Sandra F. às 19:37
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04
Nov 11

Não sei responder a isso mas estas temporadas com o Richard Armitage foram as que menos gostei de toda a série. Não sei porquê. Ele até tem uma história bem interessante e até gosto bem dele como actor mas... não sei. Não sei mesmo. Serão saudades do Adam Carter? Confesso que ainda me encontro triste e inconformada com o final que lhe deram. Ou serão saudades do caminhar seguro e reservado do Tom Quinn?? É complicado decidir. Richard Armitage como Lucas North (ou John Bateman) é perfeito no seu papel e qualquer comentário que se leia acerca da sua participação na série, dirá que ele foi o melhor dos três Chefes de Secção. Aliás, Neil Cross, argumentista da série, deixou claro que só Richard Armitage seria capaz de transpor para o ecrã o homem torturado e misterioso que Lucas North teria de ser.

           

                                      Secalhar é isso. É perfeito demais.

A oitava temporada traz-nos o retorno de Oleg Darshavin, um dos interrogadores de Lucas durante a sua prisão na Rússia. Descobre-se que Lucas sofre de síndrome de Estocolmo apesar de esse seu interrogador ter conseguido arrasar com a sua mente ao ponto de ele desejar morrer. Lucas também se envolve com agente da CIA Sarah Caufield e a luta de poder inicial entre eles acaba num tórrido caso de amor que é vigiado pela restante equipa e que termina muito mal.
 
Relativamente à sua relação com Ros Myers, Chefe de Secção nesta temporada, nada a acrescentar. São 'uma boa combinação': enquanto Lucas gosta de lutar com todas as armas, Ros gosta mais de entrar e matar silenciosamente. 
Após a morte do Ros no final desta temporada (outra perda triste), a nona temporada revela-nos um segredo sombrio do passado de Lucas que o vai conduzir à traição final. É também aqui que entra Maya, o possível primeiro e grande amor de Lucas, que conhece a sua verdadeira história e que Lucas considera significar mais para ele do que o seu trabalho e a sua reputação e ainda Vaughan, um homem que também conhece o seu passado e que o chantageia com isso. A partir daqui, Lucas começa a comportar-se de forma estranha.
 
publicado por Sandra F. às 19:31
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02
Nov 11

As escassas cenas de Matthewm Macfadyen no último episódio da série Spooks. Foi algo bem discreto, sim senhor. Parabéns aos argumentistas. 

Tom Quinn surge neste derradeiro episódio da série britânica fazendo um favor ao seu antigo chefe na Secção D, Harry Pearce. Como agente privado que agora é, depois de se ter retirado do MI5, é ele o escolhido para pôr em acção a vingança de Harry pela morte de Ruth Evershead e de todo o plano para colocar a Inglaterra em guerra com a Rússia. Fabuloso.

publicado por Sandra F. às 19:30
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25
Out 11

E lá acabou a fabulosa série Spooks. No ar desde 2002, esta série contou com 10 temporadas e, pelo menos para mim, foi fantástica do princípio ao fim. Deixou muitas tristezas nos fãs e dessas destaco a saída de Tom Quinn, a morte de Adam Carter, de Fiona Carter, de Jo Portman, de Ros Myers e de Lucas North. Neste derradeiro episódio, mais uma morte assombrou a equipa do MI5: Ruth Evershed (Nicola Walker), parte do grupo desde 2003.

 

A cena da sua morte, neste último episódio é muito triste pois é justamente quando ela e Harry finalmente decidem retirar-se do MI5 e viverem juntos, longe daquela vida, é pouco depois desse momento, que  Ruth é morta, tentando proteger Harry. Ainda agoniza durante uns minutos cercada pelo seu amor dos últimos anos e pelos amigos do grupo secreto. Pronto, eu confesso... chorei bastante a ver essa cena. Sempre gostei da Ruth, da sua maneira aparentemente insegura, da sua inteligência, da capacidade para se focar nos assuntos mais complicados quando a sua mente atravessava claramente outras questões, do amor inconditional que dedicava a Harry, da lealdade aos seus amigos, da sensibilidade à flor da pele. Enfim era das minhas preferidas dentro da Grid. 
Quanto ao regresso fugaz de Tom Quinn para este último episódio foi assim como um rebuçado que num instante se dissolve na boca. A participação de Matthew Macfadyen foi mesmo muito pequena (mas significativa e com todo o senso). Penso que, caso não tivessem optado por matar Adam Carter, Ros Myers e Lucas North, os guionistas teriam arranjado maneira de os trazer para este episódio final. Consola-me ter lido alguém mencionar que está na forja um filme 'Spooks' que vai trazer novamente todos estes personagens. Tomara que seja verdade. 
Mesmo depois de uns anos fora do MI5, Tom Quinn will always be Tom Quinn... Sexy; even if some years old.
 
publicado por Sandra F. às 20:01
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07
Out 11

Os três espiões principais da série Spooks em versão da época da Regência. 

1º Richard Armitage (Lucas North em Spooks) como John Thornton em 'North and South' (2004) de Elizabeth Gaskell.

2º Matthew Macfadyen (Tom Quinn em Spooks) como Fitzwilliam Darcy em 'Pride and Prejudice' (2005) de Jane Austen.

3º Rupert Penry-Jones (Adam Carter em Spooks) como Fitzwilliam Wentworth em 'Persuasion' (2007) de Jane Austen.

 

É difícil de escolher, eu sei!

publicado por Sandra F. às 19:15
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05
Out 11

Esta sétima temporada da série mostra no seu primeiro episódio a morte de Adam Carter. Confesso que fiquei chocada! Eu sei que isto é tudo ficção e que tenho já idade suficiente para não me deixar levar por estas coisas. Mas que doeu... doeu! Andei ainda durante uns tempos a acreditar que ele ainda ia aparecer e que a sua morte tinha sido encenada em prol de uma qualquer operação secreta do MI5. De uma coisa tive a certeza, contudo. Spooks nunca seria a mesma sem Adam Carter, mesmo que o tivessem substituído por Lucas North (Richard Armitage, o incomparável Mr Thornton de North and South). Ainda agora me arrepio e verto umas lágrimas a ver este vídeo que mostra a explosão onde Adam morre tentando levar um carro armadilhado do centro de Londres para uma zona onde a explosão não pudesse ferir ninguém. Mostra também as reacções dos seus colegas, incluindo Ros Myers e do seu filho Wes. Algo pode nos alegrar, contudo, no meio desta tragédia ficcional: Adam Carter reuniu-se finalmente com a mulher que realmente amava, Fiona Carter, a esposa morta durante uma missão.

 

                                               Rest in peace, Adam Carter.

 

Well, life goes on!

Lucas North substituí Adam Carter numa equipa destroçada e com sede de vingança pela morte do colega. Lucas tinha sido chefe de secção na Grid antes de Tom Quinn, oito anos atrás. No entanto, durante uma missão, ficou preso numa prisão russa e é libertado agora em troca de um prisioneiro russo detido na Inglaterra. Após isto, Ros Myers é nomeada Chefe de Secção e Lucas substitui-a nas suas antigas funções. 

 

Lucas North é descrito como um dos melhores no seu campo e, depois de oito anos encarcerado e torturado, tenta agora recuperar a sua antiga

destreza e fama. No entanto, como se irá descobrindo ao longo das três temporadas em que participa nesta série, vamos descobrir que muito há para dizer sobre a sua vida, além de que nesta temporada encontra-se ainda muito afectado pelo tempo que passou preso e pelas torturas a que foi exposto.

 

Os fãs da série são unânimes em afirmar que Richard Armitage (Lucas North) foi um dos melhores agentes do MI5 que Spooks teve. É o mais admirado de todos, famoso pelas suas inúmeras tatuagens feitas na prisão russa (das quais a frase "Dum Spiro Spero" traduzida como "While I breathe, I hope" inscrita de um ombro ao outro é a mais famosa) e a sua história pessoal é considerada a mais interessante de entre os três agentes principais da série (Tom Quinn, Adam Carter e ele próprio). Eu confesso-me ainda fã incondicional de Adam Carter. Por muito que aprecie Richard Armitage (que para mim sempre será Mr Thornton), o papel interpretado por Rupert Penry-Jones sempre será o meu favorito.

 

  

 

publicado por Sandra F. às 19:36
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25
Set 11

Depois de receber tratamento psicológico devido à morte de Fiona, e depois de ter sido baleado durante uma operação por uma colega, Adam regressa parecendo completamente recuperado. Contrata uma baby-sitter, Jenny, para cuidar de Wes e, pelo meio da série, inicia uma breve relação com ela, que termina no penúltimo episódio supostamente porque ele acha que ela não merece aquela vida em constante risco.

 

Ao longo da série vai-se percebendo que Adam ainda não recuperou totalmente da perda de Fiona; tem pesadelos recorrentes em que se vê ferido, longe de casa e incapaz de voltar para casa e para o seu filho. No oitavo episódio, chega a ter um ataque de pânico durante uma operação ao saber que o filho fugiu de casa, o que coloca a sua vida em perigo. No final da série, é-lhe diagnosticada uma grave depressão com tendências suicidas e ele refere que devia ter morrido em vez de Fiona. No entanto, depois de outro ataque de pânico, Adam ainda consegue salvar-se a si e à sua parceira (Ros Myers) quando ambos se vêm presos num tanque na barreira do Tâmisa e em risco eminente de se afogarem. 

É nesta temporada que surge Ros Myers (Hermione Norris), uma das personagens mais emblemáticas e queridas de Spooks. Depois da sua colaboração numa operação, Adam oferece-lhe um lugar na Grid e gradualmente vai-se estabelecendo entre eles uma relação de cumplicidade que mais tarde se tornará mais forte. A personagem de Ros foi muito bem recebida pela crítica :"Not only is Ros Myers the best character that Spooks has ever had [...] she's also the best female character currently on television." (jornal Guardian). No website do The Stage escreveu-se, "She is indeed one of the hottest female characters on television at the moment." 
                                             
 
publicado por Sandra F. às 19:37
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23
Set 11

Depois da partida de Tom Quinn do MI5, Adam Carter, interpretado pelo actor Rupert Penry-Jones, assume a liderança da equipa como Chefe de Secção. Mais tarde, a sua esposa, Fiona Carter, também ela agente do MI6, junta-se à equipa depois da partida de Zoe.

  

Fiona Carter, uma das mais respeitadas agentes do MI6, é um camaleão que adora o seu trabalho. Estas foram as principais qualidades que atrairam Adam que acaba casado com ela depois de se apaixonarem durante uma operação no Médio Oriente onde Fiona se encontrava casada com um espião sírio, Farook Sukkareigh. Os dois têm um filho, Wes. Ao contrário do marido, Fiona evita a introspecção; além disso, é leal ao seu trabalho e à família mas luta constantemente com o conflito gerado pela maternidade e o seu trabalho. Apesar de amar o seu filho e o marido, dificilmente deixaria o mundo da espionagem.  

No entanto, a sua vida passada é a causa da sua morte. O ex-marido, agora um terrorista, consegue encontrá-la e descobre-a casada com Adam. Consegue raptá-la e tenta levá-la de novo para a Síria. Fiona consegue escapar mas antes de ser baleado por Adam, Farook ainda consegue baleá-la e ela morre nos braços do marido.

 

Começa aqui a falência psicológica de Adam Carter (ver temporadas seguintes). 

                        "It's like pulling petals off of a flower - Who will die first, me or you?"

- Fiona Carter para Adam Carter

 

publicado por Sandra F. às 19:47

30
Jul 11

Spooks é uma série britânica produzida pela produtora Kudos para a BBC One. O título é um coloquialismo popular para 'espiões'.

A série acompanha o trabalho de um grupo de agentes da divisão contra-terrorista do MI5 sediada na altamente segura Thames House, num escritório conhecido como 'The Grid'.

Todas as temporadas são emocionantes com a sequência de luta contra o terrorismo e outras situações mais ou menos complicadas. No entanto, o que mais me seduz nesta série é a evolução dos protagonistas e as implicações e impacto da sua actividade profissional secreta nas suas vidas pessoais. 

                                                                                     

  
publicado por Sandra F. às 16:27
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